quinta-feira, 16 de junho de 2011

Foi aí que começou.

Sentia-me peixe fora de água.
Não conseguia respirar.
Mas... que água era aquela?
Afogava-me mesmo sabendo nadar.
As correntes eram turbulentas,
a água não era a mesma...
Onde andava eu, conhecendo aquele sítio?
Não conseguia mais...
Algo me impedia de nadar,
nestas águas agitadas...
O que hei-de fazer?
Afogar-me ou morrer asfixiada?
Não tinha medo da decisão,
mas sim do que dela advinha...
Sintia-me a nadar no nada,
sem chão, sem ar, sem água...
Quem me segura?

E foi aí que começou!

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